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    Aparelho intraoral para tratar o ronco funciona?

    O ronco, além de ser desagradável, causa constrangimento, problemas de saúde, como a apneia do sono, e até mesmo crises no casamento. Quando somados à obesidade, uso de cigarro/álcool e à respiração bucal, o quadro tende a agravar significativamente. E quanto ao tratamento? Você já ouviu falar nos aparelhos intraorais? Conhecidos pela facilidade de adaptação e suposta eficácia, têm ganhado importância no tratamento do ronco e apneia do sono. Para entender melhor como funciona, acompanhe este post.

    Veja também: O que pode causar o ronco? 

    Aparelho Intraoral: como funciona?

    Assim como o CPAP, o aparelho intraoral tem como objetivo liberar o espaço das vias aéreas para a passagem do ar. Esse dispositivo segura a mandíbula (osso móvel onde se apoiam os dentes inferiores e a base da língua), o que ajuda a reduzir os quadros obstrutivos das vias aéreas superiores. Embora também sejam necessários o período de adaptação, controles periódicos e ajustes, as pessoas costumam ter muita facilidade com o uso do aparelho intraoral.

    O fisioterapeuta e especialista CPAPS, Eduardo Partata, completa que os aparelhos intraorais são de fácil adaptação e eficazes em casos de apneias do sono leves a moderadas e ronco simples. “A indicação para escolha do melhor aparelho intraoral para o tratamento depende de uma avaliação profissional, por meio da polissonografia, também conhecida como exame do sono”, finaliza. 

    Como funciona a polissonografia?

    A polissonografia é indicada para qualquer pessoa que apresente sintomas de distúrbios do sono, como ronco, sono agitado, cansaço excessivo, sonolência diurna, dor de cabeça ao acordar e mau humor. O procedimento é realizado durante uma noite de sono em uma clínica que realiza o exame de polissonografia ou também em casa – por meio de equipamentos portáteis. São colocados sobre a pele sensores que detectam possíveis alterações no sono. Além de monitorar as ondas cerebrais, o nível de oxigênio no sangue, a frequência cardíaca e respiratória, o exame acompanha também os movimentos dos olhos e das pernas.

    No decorrer do exame, caso alguma anormalidade seja detectada pelo aparelho de polissonografia, o médico acompanha as especificações detalhadas no laudo e indica, assim, o melhor tratamento.

    Conheça a CPAPS!

    Aqui no blog da CPAPS, você encontra as melhores informações sobre o tratamento do ronco e da apneia do sono. Separamos outros conteúdos que podem te interessar. Confira abaixo:

    Como parar de roncar e dormir melhor?

    Minha primeira noite com CPAP: guia do que fazer

    Polissonografia: o exame que vai ajudar a melhorar seu sono

    Fonte: Eduardo Partata – fisioterapeuta – CREFITO – 3/121685-F

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    6 comentários

      • Olá Cristiane!

        A CPAPS não trabalha com equipamento intra-oral. Eles são produzidos por dentistas de acordo com a necessidade de cada paciente.
        Vale ressaltar que o aparelho intra-oral é indicado somente em caso de apneia do sono de grau leve.

        Estamos à disposição se precisar de mais informações!

    1. Gostaria de saber qual a média de valor do aparelho intraoral e se poderia indicar clínicas em SJCampos que realizem o tratamento.

      • Olá Alessandra, como vai?

        A CPAPS não trabalha com equipamento intraoral. Eles são produzidos por dentistas conforme a necessidade de cada paciente. Vale ressaltar que o aparelho intraoral é indicado somente em caso de apneia do sono de grau leve. Estamos à disposição!

    2. Boa tarde!
      Passei no otorrino hoje e tenho apneia moderada e ele indicou esse aparelho intraoral.
      O que vcs acham? Dá resultado?
      Obrigado

      • Olá Maria Aparecida, como vai? O aparelho intraoral é prescrito pelo médico do sono, o dispositivo precisa ser ajustado por dentistas especializados na Odontologia do Sono. Este aparelho é indicado principalmente para pacientes com ronco sem apneias e pacientes com apneia leve ou moderada. Para essa avaliação é, levada em conta fatores anatômicos, clínicos e polissonográficos, sendo indispensável o exame do sono. Alguns perfis de paciente podem não apresentar uma boa resposta, por isso é preciso avaliar caso a caso.

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