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Polissonografia é o exame que registra, durante uma noite de sono, atividade cerebral, respiração, oxigenação, batimentos cardíacos e movimentos do corpo, e é o padrão para diagnosticar a apneia do sono.
Sensores colados na cabeça e no rosto captam o eletroencefalograma, o movimento dos olhos e o tônus muscular, que definem os estágios do sono. Uma cânula no nariz e cintas no tórax e no abdômen medem o fluxo de ar e o esforço para respirar, e o oxímetro no dedo registra a saturação de oxigênio. O laudo traz o IAH, que é o número de apneias e hipopneias por hora de sono, além de despertares, movimentos das pernas e eficiência do sono.
A Academia Americana de Medicina do Sono (AASM) separa os exames em quatro tipos. O tipo I é feito no laboratório do sono, com técnico acompanhando a noite toda, e o tipo II registra os mesmos canais em casa, sem técnico. Os tipos III e IV são monitores portáteis com menos canais, voltados para respiração e oxigenação. A diretriz de 2017 da AASM aceita o exame domiciliar com aparelho que registre, em geral, fluxo de ar, esforço respiratório e oxigenação, em adultos com suspeita de apneia moderada a grave e sem doenças associadas relevantes.
Na polissonografia com titulação, o paciente dorme com CPAP e o técnico ajusta a pressão até eliminar os eventos. Na polissonografia split-night, a primeira parte da noite é diagnóstica e a segunda já faz a titulação.
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Fonte: American Academy of Sleep Medicine (AASM), Manual for the Scoring of Sleep and Associated Events; Kapur VK e colaboradores, Journal of Clinical Sleep Medicine, 2017 (diretriz da AASM sobre exames diagnósticos da apneia obstrutiva em adultos).