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Ventilação invasiva é a ventilação mecânica feita por um tubo colocado dentro da via aérea, pela boca ou pelo nariz até a traqueia, ou por uma cânula de traqueostomia.
Na ventilação invasiva, o ventilador empurra ar com pressão positiva até os pulmões por meio de uma prótese na via aérea. O objetivo é garantir a troca de oxigênio e gás carbônico e diminuir o trabalho dos músculos respiratórios em quem não consegue respirar o suficiente sozinho. A diferença para a ventilação não invasiva está na interface: a não invasiva usa máscara e não entra na traqueia.
A intubação orotraqueal ou nasotraqueal é usada em situações agudas, como insuficiência respiratória grave, cirurgia com anestesia geral e rebaixamento do nível de consciência. Quando a ventilação precisa durar semanas ou é permanente, a equipe pode indicar a traqueostomia, abertura no pescoço por onde entra a cânula. A ventilação invasiva domiciliar por traqueostomia é usada em doenças neuromusculares e outras condições crônicas, com ventilador portátil e acompanhamento de equipe treinada.
Os ventiladores oferecem modos como volume controlado, pressão controlada e SIMV, ajustados pela equipe dentro da ventilação mecânica. O post sobre traqueostomia e modos ventilatórios detalha os equipamentos e os modos usados em casa e no hospital. Na categoria de ventilação mecânica da CPAPS estão os ventiladores e acessórios para uso domiciliar vendidos pela loja.
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica, 2013.